Marinha repensa reforma de R$ 1 bilhão do porta-aviões São Paulo


A cúpula da Marinha está dividida quanto à reforma prevista no porta-aviões São Paulo, embarcação de guerra adquirida da França em 2000. A dúvida é sobre o custo elevado da reforma, que pode ultrapassar R$ 1 bilhão para dar mais 20 anos de vida útil a um equipamento ultrapassado. Um grupo de oficiais defende a baixa do equipamento, o que significa a “aposentadoria” do São Paulo.

Época

Rebeldes no Iêmen disparam foguetes contra cidade fronteiriça da Arábia Saudita

REUTERS/Khaled Abdullah

RIAD (Reuters) - Combatentes houthis, do Iêmen, dispararam morteiros e foguetes contra uma cidade fronteiriça da Arábia Saudita nesta terça-feira pela primeira vez desde que uma coalizão liderada pelos sauditas começou uma campanha militar contra eles, no fim de março, disse um porta-voz da coalizão.

Os projéteis atingiram uma escolha de meninas e um hospital em Najran, que fica a apenas três quilômetros da fronteira com o Iêmen, disse o brigadeiro-general Ahmed Asseri, levando autoridades a fechar todas as escolas na área. Não havia detalhes imediatos sobre vítimas.

O ataque ocorreu depois da divulgação de um comunicado de Riad, na segunda-feira, de que estava considerando um cessar-fogo para permitir ajuda humanitária no país vizinho e um pedido do presidente iemenita, Abd-Rabbu Mansour Hadi, exilado na Arábia Saudita, para que haja conversas entre facções políticas no Iêmen.

"Houve disparos aleatórios de morteiros e Katyushas contra um distrito residencial. Infelizmente esses disparos acertaram uma escola de meninas, um hospital e algumas casas", disse Asseri em entrevista por telefone.

"Não vamos deixar esta ação passar sem reação. A Força Aérea e outros componentes da coalizão vão lidar com a fonte do ataque", acrescentou.

A Organização das Nações Unidas afirmou nesta terça-feira que o conflito no Iêmen havia causado a morte de pelo menos 646 civis desde que os ataques aéreos da coalizão começaram em 26 de março, incluindo 131 crianças. Mais de 1.346 civis foram feridos.

(Reportagem de Angus McDowall, Ahmed Tolba, Mohammed Ghobari, Tom Miles e Sami Aboudi)

Reuters

Pedido de corporações americanas para liberar uso de drones aumenta pressão contra ente regulador nos EUA


Thomas Black

(Bloomberg) - Enquanto os reguladores nos EUA estudam como governar os drones comerciais, as corporações americanas estão avançando no uso de aviões não tripulados no intuito de acelerar o processo e obter concessões para as restrições propostas.

Grandes empresas, entre elas a American International Group Inc., a Chevron Corp. e a BNSF Railway Co., estão planejando testes de voo para inspecionar estragos causados por tormentas, oleodutos e ferrovias. A Union Pacific Corp. empregará seus drones de 3,18 quilos para monitorar descarrilamentos de materiais perigosos.

Os testes têm lugar em meio às reclamações de críticos, liderados pela Amazon.com Inc., de que a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) está bloqueando tecnologia que está sendo aplicada rapidamente no exterior e que poderia transformar tudo, das inspeções industriais até a gestão de terras para cultivo. A Amazon está trabalhando em fretes futuristas, mas outras empresas estão procurando regras menos restritivas enquanto começam a levar veículos aéreos não tripulados (VANT) para os céus dos EUA.

"Eu não acho que nenhum de nós esteja fazendo isto por ser algo bacana", disse Lynden Tennison, diretor de informações da Union Pacific, em uma entrevista. "Estamos fazendo isto porque acreditamos na existência de benefícios comerciais".

O potencial dos drones será um assunto central nesta semana em Atlanta, quando fabricantes e usuários se reunirem para o salão anual da Association for Unmanned Vehicle Systems. A FAA será instada a atuar rapidamente para a criação de normas permanentes.

Proposta

A agência propôs regulamentações em fevereiro para levantar a proibição do uso comercial de drones com peso inferior a 25 quilos atualmente em vigor, mas impôs restrições. É possível que as normas finais sejam instauradas daqui a mais de um ano, já que os reguladores estão avaliando cerca de 4.500 comentários públicos. Outras regulamentações cobrem o uso recreativo dos drones.

Os defensores da segurança aprovam a cautela da FAA, porém as restrições planejadas continuam sendo onerosas para fabricantes de drones e clientes: sem voos além do campo visual, voos noturnos nem operações perto de pessoas - e a lista continua.

A Chevron procederá ao desenvolvimento de aviões não tripulados para conferir oleodutos, segundo Christian Sanz, CEO da Skycatch, uma fabricante de drones e software que está trabalhando com a petroleira. O problema: os operadores da Chevron estariam a quilômetros dos drones, mas a FAA exige que estejam à vista. Se a norma não for relaxada quando os VANT estiverem prontos para voar, os testes serão realizados fora dos EUA, disse Sanz.

A Amazon, que está desenvolvendo drones para entregar pacotes, tem sido especialmente crítica da FAA. Uma norma proposta pela agência exigiria que os drones estejam sob controle direto de um operador, porém os aviões da Amazon, que voam a pelo menos 60,96 metros do solo, seriam guiados por computadores e sensores.

A agência tem sido um dos maiores "obstáculos" para o crescimento do setor de drones comerciais, disse Colin Guinn, chefe de vendas e marketing da fabricante de drones 3D Robotics, que fabricará as aeronaves da BNSF e da AIG. A FAA também não percebe como os drones comerciais poderiam salvar vidas ao substituir helicópteros e aviões pilotados, disse ele.

Cautela elogiada

Os pilotos e fabricantes de aviões pequenos dizem que a FAA está certa em atuar com cuidado. A incorporação de drones comerciais ao espaço aéreo dos EUA é muito mais importante do que foram a transição de aviões com motores de pistão para jatos e a estreia dos helicópteros, disse Walter Desrosier, vice-presidente da associação do setor General Aviation Manufacturers Association.

Contratempos com drones atiçaram as preocupações dos críticos. Em janeiro, um homem em Washington perdeu o controle de um drone recreativo que caiu sobre o gramado da Casa Branca. No ano passado, um drone militar com peso de cerca de 170,5 quilos caiu perto de uma escola de ensino fundamental na Pensilvânia durante um exercício e foi atropelado por um veículo.

"Existe um número considerável de restrições", disse Tennison da Union Pacific. "A FAA vem escutando e está reconhecendo que esta é uma área em evolução para eles e que ela precisará de uma mudança com o tempo".

Com Rafale, França pode se tornar 2ª maior em comércio de armas



Após o fracasso nas negociações com o Brasil, franceses firmam contrato para venda de 24 aviões ao Catar

Andrei Netto - O Estado De S.paulo

PARIS - Preterido pelo governo do Brasil, que escolheu aviões Gripen NG, da sueca Saab, os caças Dassault Rafale se tornaram o principal produto de exportação militar da França e devem levar o país à segunda posição mundial em comércio de armas do mundo neste ano, à frente da Rússia e atrás apenas dos EUA. Após o fracasso das negociações com Brasília, o presidente François Hollande assinou ontem, em Doha, um contrato de venda de 24 aviões ao Catar por um total de € 6,3 bilhões.

O acordo prevê a entrega das aeronaves a partir de meados de 2018, além da venda de mísseis ar-ar Meteor e mísseis de cruzeiro Scalp, de fabricação francesa. Os pilotos da Força Aérea do Catar também serão treinados em solo francês, e todos os equipamentos serão produzidos na França, sem transferência de tecnologia. Como o Brasil, o Catar também já possuía aparelhos do país, com 12 aviões de caça Mirage 2000 ainda em atividade, uma esquadrilha que agora será integrada pelos Rafale.

O acordo foi assinado com a presença do presidente da França, François Hollande, e do emir do Catar, Tamim Al-Thani, um sinal da proximidade dos dois países. O Catar é hoje um dos maiores investidores externos na França. Fundos do país são donos de hotéis de luxo (como o Carlton, de Cannes) a clubes de futebol, como o Paris Saint-Germain (PSG). "A França é vista como um país confiável", disse Hollande, elogiando a própria política externa.

A comemoração tem a ver com o papel desempenhado pelo Estado francês e com a importância da diplomacia nas negociações. A França é aliada dos países árabes de maioria sunita do Golfo Pérsico, como Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos, e também do Norte da África, como o Egito. Nos bastidores, está a desconfiança mútua, de árabes sunitas e da França, de um lado, em relação ao Irã, país de maioria xiita.

A proximidade com os árabes sunitas, porém, não é suficiente para explicar o recente sucesso de vendas dos Rafale, um caça que entrou em serviço em 2004 e desde então é reputado por sua eficiência e preço elevado. Até aqui, além da negociação com o Brasil, outros países, como Suíça e Marrocos, decidiram abortar projetos de compra da aeronave em parte pelo custo elevado cobrado pela Dassault.

Mas nos últimos três meses, três países optaram pelo aparelho fabricado em Mérignac, cidade-sede da companhia. Em fevereiro, o governo do Egito encomendou 24 aeronaves por € 5,2 bilhões - incluindo uma fragata Fremm, do grupo naval DCNS, e seus armamentos. Em abril, foi a vez da Índia firmar acordo de 5 bilhões por 36 aviões.

Agora é a vez do Catar, que ainda tem opção de compra de mais 12 unidades. Se todas as opções de compra já firmadas forem exercidas, o total de aviões já exportados poderá chegar a 96 unidades do Rafale. Há negociações em curso com a Índia por um segundo contrato, com os Emirados Árabes Unidos e com a Malásia, o que deixa a direção da empresa e o governo otimistas sobre novas exportações.

Além da Dassault, quem sai ganhando é toda a indústria aeronáutica e bélica do país, em especial as parceiras Thales, fabricante de radares e sistemas de navegação, e Snecma, responsável pelos motores. Com os € 16,5 bilhões em contratos do Rafale, a França deve superar este ano os € 20 bilhões em contratos militares, tornando-se o segundo no ranking mundial de exportações bélicas, atrás dos EUA.

O Estado de S. Paulo 

Dinamarca seleciona o blindado Piranha 5


A Organização Dinamarquesa de Aquisições e Logística de Defesa ou FMI (Forsvarsministeriets Materiel- og Indkøbsstyrelse) revelou no dia 30 de Abril que decidiu selecionar a viatura blindada de rodas 8x8 Piranha 5 do especialista Europeu de veículos blindados General Dynamics European Land Systems - Mowag (GDELS - Mowag) como solução que melhor satisfez as exigências para o futuro veículo blindado do exército daquele país nórdico. Segue-se agora um longo período de negociações que culminará com um contrato para a aquisição de viaturas e outros equipamentos e serviços associados. As viaturas destinar-se-ão a substituir progressivamente a família de viaturas blindadas da família M113G4 ao serviço do Exército Real da Dinamarca. A Dinamarca prevê adquirir o Piranha 5 nas versões de transporte de tropas, posto de comando, ambulância, engenharia, reparação e recuperação. O Ministério da Defesa Dinamarquês reserva o anúncio da quantidade de viaturas a adquirir para uma futura data.

O Piranha 5 foi escolhido em detrimento do Flensburger Fahrzeugbau GmbH (FFG) PMMC G5, BAE Systems Hägglunds CV90 Armadillo, General Dynamics European Land Systems - Santa Bárbara Sistemas ASCOD 2 e Nexter Systems VCBI (Véhicule Blindé de Combat d'Infanterie). O concurso elaborado no âmbito do programa PMV-E (Pansret Mandskabsvogn -Erstatning) foi iniciado em meados de 2012 com oito propostas originais recebidas, e com cinco fornecedores convidados a enviar um veículo blindado para testar no campo de treino em Oksbol. Os cinco fabricantes entregaram as suas propostas finais ao FMI no dia 8 de Dezembro de 2014. O Exército Real da Dinamarca opera na atualidade aproximadamente 113 viaturas blindadas de rodas 8x8 Piranha III contratadas à GDELS-Mowag em diversas versões e através de contratos celebrados em 1997, 2003 e 2004.

Na configuração básica o Piranha 5 oferece um peso em ordem de combate de 30 toneladas, um comprimento de 8 metros, uma largura de 2.9 metros, uma velocidade máxima em estrada de 100 km/h e uma autonomia de até 550 km. Este incorpora um motor da MTU Friedrichshafen uma transmissão automática da ZF Friedrichshafen, uma arquitetura eletrónica modular aberta, sistemas de proteção NRBQ, extinção automática de incêndios e de controlo climático, uma unidade de energia integrada, e uma elevada e avançada proteção blindada. O veículo aceita diversos sistemas de missão incluindo estações remotamente controladas e torres armadas com peças automáticas de calibre medio, lançadores de mísseis anti-carro e um sistema ativo de proteção.

O FMI anunciou ainda a suspensão do programa de aquisição planeada de sistemas auto-propulsados de artilharia de 155mm/52 destinados a substituir os sistemas BAE Systems M109A3 Exército Real da Dinamarca. Ao programa concorreram a Samsung Techwin com o sistema sobre lagartas K9 Thunder, a Nexter Systems com o CAESAR (Camion Équipé d'un Système d’Artillerie) montado em viatura tática pesada 6x6 e a Elbit Systems Land and C4I com o sistema SOLTAM ATMOS (Autonomous Truck Mounted howitzer System) montado em camião.

(Defensa.com - Victor M.S. Barreira)

Fotografia: A viatura blindada Piranha 5 foi selecionada pela Dinamarca para satisfazer os requisitos do programa PMV-E (GDELS).

Brasil terá Escola Nacional de Defesa Cibernética


Para o soldado do futuro, não bastará ter conhecimentos de sobrevivência na selva ou de táticas de batalha. Ele precisará manejar um computador com a mesma destreza com que mexe em uma arma. Pensando nisso, o Exército Brasileiro, cumprindo determinação do Ministério da Defesa, está construindo a Escola Nacional de Defesa Cibernética (ENaDCiber). O projeto foi encomendado à Universidade de Brasília (UnB) e será entregue em julho deste ano, mas ainda não existe data para o início das atividades. O espaço servirá para a capacitação de recursos humanos para atuação no setor cibernético em prol da defesa do país.

— Hoje, esse papel cabe ao Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) — diz o general Paulo Carvalho, chefe do centro. — Com a escola, que ficará a cargo de outro general, nós poderemos nos concentrar nas operações de guerra cibernética.

A implantação da ENaDCiber foi definida em portaria do Ministério da Defesa publicada em outubro do ano passado, sendo parte de uma série de medidas do governo que se sucederam à divulgação de informações sobre o esquema de espionagem conduzido por agências de inteligência americanas, que chegaram a monitorar as comunicações da presidente Dilma Rousseff. Em dezembro, foi formado um comitê para a elaboração de estudos de viabilidade e concepção do instituto.

O professor Jorge Fernandes, diretor do Centro de Informática da UnB, afirma que o prazo para a entrega do projeto da ENaDCiber é em outubro, mas ele será concluído até o fim de julho. Diferentemente de outros centros de estudos do Exército, como o Instituto Militar de Engenharia, o ENaDCiber terá uma sede física, mas os cursos serão espalhados por todo o território nacional, em parcerias com universidades e centros técnicos.

— Estamos desenvolvendo a concepção da escola, definindo as metodologias de ensino, as instalações físicas necessárias, recursos humanos, regulamentos para participação, credenciamento de cursos. Esse conjunto de ideias será entregue ao Exército — explica Fernandes. — Também estamos montando cursos à distância, que devem ser oferecidos ainda este ano.

Além da escola, o projeto prevê a implantação do Sistema de Certificação e Homologação de Produtos e Serviços de Defesa Cibernética (SHCDCiber), para a análise da segurança de hardwares e softwares usados pelos organismos de defesa cibernética. A ideia é montar uma rede de laboratórios para analisar a segurança dos produtos e certificá-los de acordo com níveis de confiança.

— Você pode usar o WhatsApp para falar com a família, com os amigos, mas um general tem que saber que para uma reunião do Estado-Maior ele não serve — diz Fernandes.

CONFRONTOS EM BITS

Apesar do tom futurista, a guerra cibernética já é uma realidade. Em 2010, o vírus Stuxnet atingiu computadores que controlavam centrífugas nucleares iranianas, e provocou um imenso atraso no programa nuclear daquele país. Oficialmente, nenhum grupo ou país assumiu a autoria do ataque, mas investigações de empresas de segurança apontam que ele teria partido dos EUA, com participação de Israel. No mês passado, a China mostrou ao mundo uma nova arma de seu arsenal virtual. Apelidada “Great Cannon” (“grande canhão”), ela consegue redirecionar o tráfego de internautas estrangeiros que visitam sites chineses para um alvo. Até agora, o “canhão” só foi usado para a censura, mas ele pode derrubar servidores estratégicos para um país.

— É uma de nossas preocupações — afirmou o ministro da Defesa, Jaques Wagner, durante visita à LAAD Feira Internacional de Defesa e Segurança, que aconteceu esta semana no Riocentro. — A defesa cibernética está entre os nossos projetos estratégicos.

O CDCiber foi criado oficialmente em 2012, e, desde então, consumiu apenas R$ 190 milhões de seu orçamento previsto, de R$ 400 milhões. Apesar das restrições nos gastos, o centro se saiu bem durante os grandes eventos — Rio+20, Jornada Mundial da Juventude, Copa das Confederações e Copa do Mundo —, mas o país ainda não possui capacidade de se proteger de armas cibernéticas como o “Great Cannon”. Ao ser questionado sobre o assunto, o general Carvalho foi evasivo:

— Nós estamos investindo para isso.

Para especialistas, o Brasil está no caminho certo. Thierry Martin, vice-presidente para a América Latina da Kudelski Security, afirma que estamos no mesmo nível de outros países.

— Todos estão descobrindo o que fazer — brinca Martin. — Mas o Brasil já tem um centro de defesa militar e está formando uma legislação para a privacidade. A preocupação é necessária. Nas guerras físicas, a cibernética será bem explorada.

Instituto Coaliza  via Jornal O Globo

Força Aérea Mexicana recebe primeiro Hércules modernizado.



No dia 23 de abril, coincidindo com a Feira Aeroespacial México 2015 realizou-se a cerimônia de entrega da primeira das aeronaves de transporte C-130 K, modernizadas pela firma canadense Cascade Aerospace à Força Aérea Mexicana. O avião incorpora, entre outros sistemas, o de aviônica Flight2 de Rockwell Collins.

Em novembro de 2013, a Força Aérea Mexicana  assinou um contrato com a canadense Cascade Aerospace para a modernização de dois aviões de transporte C-130 da Força Aérea K3 Hercules mexicana os quais foram comprados em 2000 como revenda à Royal Air Force (RAF). Em 2014  foi escolhido como fornecedor para este programa Rockwell Collins que forneceria novos pacote de aviônicos  para esta aeronave veterana. O avião conta agora com uma modernizada cabine equipada com  telas multifuncionais  coloridas, sistemas de navegação e controle de vôo bem como instrumentos de voo digitais, que permitem a essas aeronaves a operar sem restrições em qualquer espaço aéreo.

( Defensa.com - JNG)
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